terça-feira, 18 de novembro de 2008

Canção do Amor Imprevisto

Eu sou um homem fechado.
O mundo me tornou egoísta e mau.
E minha poesia é um vicio triste,
Desesperado e solitário
Que eu faço tudo por abafar.
Mas tu apareceste com tua boca fresca de madrugada,
Com teu passo leve,
Com esses teus cabelos...
E o homem taciturno ficou imóvel,
sem compreender nada,
numa alegria atônita...
A súbita alegria de um espantalho inútil
Aonde viessem pousar os passarinhos!
( Mario Quintana)

3 comentários:

big bang boom disse...

legall ..adorei...

big bang boom disse...

rss..sua cara

Gisaiagami disse...

nossa gu que lindo cara
adorei
Alias tudo de bom mario quintana *_*
ainda procuro algo q me descreva mas acho q ja me perdi...